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Sketchbook SIX

04
Ago17

Nutricionista, sim! Porquê?

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“E depois da dieta,

precisamos de um nutricionista?”

 

Claro que sim. Uma das coisas que muitas me perguntaram por email e mensagens foi se continuei a ir à nutricionista ou a consultar um especialista depois de ter adoptado os meus novos hábitos alimentares. A verdade é que sim, isto porque um nutricionista vai muito para além de um só objectivo: emagrecer ou engordar. Um nutricionista vai ajudar-nos a ter uma alimentação e um estilo de vida equilibrado e correcto ao longo das diferentes fases das nossas vidas.

 

 

No meu caso por exemplo, se bem se recordam, fiz uns testes sobre intolerâncias alimentares. Um teste ao sangue que me indicou quais os alimentos que o meu organismo tolera e quais é que o meu organismo reage menos bem: dores de cabeça, acne, desconforto abdominal ou inchaço. Há cerca de um ano comecei a ganhar um vício gigante por queijos – algo que já partilhei várias vezes no instagram stories, que apareceu de forma repentina – sim, eu era aquela pessoa que odiava queijo e fugia a sete pés. Só gostava de mozarella ou queijo fresco que não tivesse um sabor muito intenso. Queijo solto, flamengo às fatias, edam ou goda era impensável e começou a tornar-se um vício. Uma das minhas intolerâncias alimentares é precisamente o leite de vaca, ovelha, cabra e comecei a notar que, mesmo com exercício físico e uma alimentação saudável, comecei a inchar e a fazer demasiada retenção de líquidos.

 

Decidi consultar a  querida Lillian para me ajudar a encontrar um equilíbrio e perceber o porquê desta reacção ao corpo. Um mix de stress com alimentos aos quais o meu organismo não tolera tão bem foram as principais causas para este efeito. O que prova que nem sempre todas as dietas ou regimes alimentares são adequados para nós, isto porque numa primeira análise, se formos a ver quais as minhas escolhas alimentares, percebemos que, à partida não está nada de errado: iogurtes magros, frutos secos, ovos cozidos, fruta, carnes brancas grelhadas, granola homemade sem açúcares adicionados, queijos magros e peixe. Contudo, graças a estas intolerâncias o meu organismo começou a reagir. Na minha consulta com a Lillian fui percebendo como é que podia “limpar o meu organismo” e desintoxicar e desinchar, quais os próximos passos e de que forma é que podia reintroduzir alguns alimentos aos poucos de forma subtil.

 

Apesar de me interessar muito por nutrição e por pesquisar sobre o assunto, nunca sabemos tudo e nada como um acompanhamento médico para nos ajudar a conhecer melhor o nosso corpo, adaptar à nossa rotina e aos nossos gostos.  Para já estou a gostar dos resultados, confesso que cortar com esta minha paixão por queijos repentinamente custou, mas a verdade é que vejo e sinto logo os resultados – menos inchaço, sem mau estar e mais leve. Com o passar do tempo o nosso organismo vai mudando e por isso é necessário sabermos adequar a nossa alimentação. Sabemos que com o nosso crescimento vamos ficando intolerantes a algumas substâncias como o glúten e a lactose por exemplo – já há vários estudos que comprovam isso mesmo e no meu caso, a minha dieta inicial, há cerca de 7 anos, incluía alimentos como pão, leite, cereais que realmente funcionaram na altura, mas hoje em dia, seria impensável para mim e para o meu organismo – apesar de vocês saberem o quão adoro cereais. Contudo é necessário readaptar e quem melhor do que um especialista para nos dizer o que devemos ou não incluir. SO far so good, já tenho a segunda consulta marcada para avaliarmos os resultados do primeiro plano e partilho depois.

 

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