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Sketchbook SIX

21
Jul16

O segredo dos tops e vestidos sem costas

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Na semana passada partilhei convosco um look do dia em que usei um top branco sem costas [aqui]. Já não é a primeira vez que uso peças sem costas, no verão é das peças que mais gosto de usar e sem dúvida das peças mais frescas. No entanto há sempre aquela questão: que soutien é que usamos? Pois bem, nem sempre compramos aquelas peças sem costas porque não temos a solução para esta questão, mas o segredo está precisamente aqui. Uso um soutien de autocolante que ajuda a dar alguma estabilidade ao peito. Não dá o mesmo apoio do que outro soutien normal, obviamente mas é mais confortável para usarmos especialmente naqueles tops super fininhos e quase transparentes. O truque é escolherem um soutien de autocolante que seja do tom da pele e que seja resistente. 

 

 
14
Jul16

Quando as tuas amigas todas começam a casar

 

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Momento Carrie Bradshaw: No último ano tenho vindo a deparar-me com uma realidade: praticamente TODAS as minhas amigas e ex-colegas estão-se a casar - da minha idade ou até mesmo mais novas!! E agora pergunto, será que voltou a "estar na moda" casar demasiado cedo como era na altura dos nossos pais e avós? A verdade é que a minha mãe casou com 23 e lembro-me de, quando fiz 23 anos ter pensado "bolas, não sei se estou preparada para isso". Claro que eu e as minhas amigas (elas quase mais do que eu!) e eu e o Manel falamos muito nisso, mas até que ponto é que sabemos se estamos ou não preparados para dar esse passo? 

 

 

09
Jul16

Descomplica, a liberdade começa agora!

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Nas últimas semanas tenho escrito muito sobre alguns marcos importantes na vida de cada uma de nós, a entrada na faculdade, as amigas a casar, o acabar do curso e hoje o tema continua dentro desta onda de girls talk. O tema de hoje é um pouco diferente do habitual, não vos vou falar de beleza, de moda, de viagens, de compras, mas sim de um tema que é do interesse de todas nós e que nem sempre é abordado mas que me interessa muito. Na semana passada a Associação de Planeamento da Família e a Sociedade Portuguesa de Contraceção, lançaram, com o apoio da Bayer, uma campanha para alertar e despertar a nossa atenção para os métodos de contracepção de longa duração. É um assunto delicado para algumas mulheres, e infelizmente ainda existem alguns tabus quando se fala em temas como este. A ideia é descomplicarmos, ou seja, descomplicarmos as nossas opções e optarmos por aquela que se adequa mais a nossa personalidade, ao nosso corpo e as nossas necessidades. E como? É muito fácil, as informações foram todas lançadas num site super interactivo e que ilustra na perfeição todas as opções que temos e que nos guia quase como forma de um "teste" para uma das muitas alternativas para além da pílula.

 

 

30
Mai16

De olhos postos em St.Barth

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Estes últimos dias as redes sociais têm sido invadidas por aquele que é, para mim, o casamento da década. A it girl Helena Bordon que eu amo de morte, voou juntamente com 200 convidados até Saint Barth para celebrar o seu casamento. Tem sido um casamento muito mediático, a hashtag #casamentozeras tem circulado pelas redes sociais e tenho seguido ao segundo, até porque as imagens são invejáveis. Já sigo a Helena há algum tempo e adoro o estilo dela, tem imenso bom gosto, super bonita e claro que tudo isto iria culminar num casamento invejável e com muito muito bom gosto. Foi este sábado o dia em que Helena Bordon e o empresário  Humberto Meirelles se casaram, e as imagens falam por si.

 

 

 

 

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ph.: via instagram  

27
Fev16

Girls issues # Collants


Não sei se sou só eu que tem este problema, mas... aqui vai em jeito de desabafo! 

Ah e tal, ser mulher é óptimo porque podemos usar saias, calças, calções, vestidos... Há sempre imensas roupas giras e podemos usar imensas coisas. Tipo... Só que não! Nem sempre! Ora então, eu vou explicar, eu adoro andar de saias, calções e tudo mais... mas só o consigo fazer no verão e porquê? Porque no inverno, temos sempre de usar collants e ... ou sou eu que sou mega esquisita com eles, ou o meu tom é único e não há nada que se pareça minimamente com o meu tom de pele. 

Primeiro ficamos sempre apertadas e com os collants a escorregar no gancho, entendem? Estilo boyfriend jeans... Segundo, sinto-me sempre uma boneca qualquer japonesa porque acho sempre que os collants são demasiado claros, demasiado escuros, demasiado brilhantes ou demasiado mates... É um eterno dilema. Terceiro, comigo os collants são descartáveis, é usar uma vez e pronto deitar fora porque ficam SEMPRE com uma malha, rompem ou qualquer coisa. A sério não sei onde é que ando que nunca, NUNCA consigo chegar ao final do dia com os collants intactos - e neste momento devem pensar que eu sou um pequeno animal que se anda a arrastar por todo o lado e a trepar às arvores para romper os collants. A Xana e a Maggie já gozam comigo e acham graça a este meu ódio a collants, mas a verdade é que se tiver de usar saias no inverno, provavelmente vou estar sem meias. Não consigo, juro que tentei. Experimentei de tudo, não há um tom, um "modelo" seja ele shape, ou sem ser shape... não sei, acho que vou morrer com este ódio para sempre. 

Eu juro que gostava de me sentir uma Beyoncé com os collants perfeitos, as pernas mega estilizadas e tudo mais, mas ... acho que não vai dar. Sou só eu que tenho este ódio aos collants ou há mais alguém que se queira juntar a este meu clube? Se calhar devia criar uma espécie de collantólicos anónimos ou assim... Sugestões? Há algum modelo ou marca especial que vos tenha mudado de ideias? Contem-me tudo porque já experimentei várias coisas e nada, e queria tanto usar umas quantas saias e vestidos giros que comprei agora... Mas com -10ºC e sem collants é impossível, não é?

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Ph. Margo And Me
09
Nov15

Das relações tóxicas



Homens: o batom sempre, nunca a máscara de pestanas!


O post de hoje é fruto de uma conversa que tive há uns tempos com as minhas amigas e são essas conversas que nos deixam a pensar em tudo o que já nos aconteceu para trás, no passado. Com 24 anos começo a perceber muita coisa à minha volta, começo a ter outra noção da realidade e começo a conseguir ter alguns dedos de testa, não que sejam muitos, mas há coisas que nos começamos a aperceber.


O amor de facto é mais complicado do que aquilo que pensava, nem sempre as coisas correm bem e sim, é algo que requer esforço. Sempre acreditei no amor e sempre acreditei que o amor vencesse sempre, no entanto, as coisas não correm sempre como esperado. Porque é que é difícil? Porque não conseguimos definir o amor. Com 16 anos passei por um período muito complicado, achava que me tinha apaixonado a sério, que era para a vida e que se fizesse tudo como ele queria que iria ficar comigo para sempre. Oh well… guess what… enganei-me! E ainda bem que isso aconteceu porque hoje posso dizer-vos que encontrei o amor e encontrei-o no meu melhor amigo. Com 16 anos vivi aquilo que se pode chamar de uma relação tóxica: uma relação com discussões atrás de discussões, possessiva, uma relação bem desgastante que de relação não tinha nada. Eram mais as discussões do que os momentos em que estava tudo bem, aliás, se fôr pensar sobre isso, acho que se contam pelos dedos das mãos os bons momentos. E isto porquê? Porque ficávamos presas àquilo que achávamos que era a definição de amor.

 Na altura tinha muito pouca auto-estima e penso que o facto de haver alguém do sexo masculino que se preocupasse comigo fora o principal motivo por “me apaixonar” e deixava-me encantar por aquilo. Achava o máximo namorar às escondidas e aos poucos ir ganhando aquela liberdade de conseguir ir jantar fora sem ser com as minhas amigas. Ficamos vidradas naquela liberdade, naquela pessoa e não conseguimos ver mais nada para além daquilo. As discussões surgem e continuamos a achar que é normal. Nunca houve agressão física, mas as discussões contínuas são sem duvida algo desgastante e para o qual nunca tive paciência.

Há pouco tempo assisti a uma relação deste género, uma relação tóxica onde cada um se esquece do respeito, do carinho, da amizade. Hoje em dia acomodamo-nos às pessoas, não nos dedicamos da melhor maneira ou ficamos cegas com o que não devemos e não conseguimos sair. Ficamos aterrorizadas com o pensamento de “o perdermos” e vivermos a nossa rotina sem ele. Mas quando a rotina se torna numa rotina tóxica, há que saber sair. Tal como qualquer outra droga, aquilo que pensamos que é “amor” pode-nos ser prejudicial. Nós em primeiro lugar, a nossa felicidade e a nossa saúde mental porque não há homem nenhum neste mundo que mereça uma única lágrima que seja, apenas de felicidade e são esses que valem a pena. Não se esqueçam: um homem nunca nos deve borrar a máscara de pestanas, mas sim o batom.

Felizmente consegui libertar-me de uma relação tóxica e fazer ver uma amiga que infelizmente estava a cair no mesmo erro. O amor devia vencer sempre não é? Pois bem, nem sempre é amor meninas… pelo menos de ambas as partes. Mais importante do que aquilo que categorizamos de “amor” é o respeito mútuo, a amizade e a cumplicidade porque sim… ao longo dos tempos vamos percebendo que tudo se torna mais fácil quando nos apaixonamos pelo nosso melhor amigo e esse nunca nos falha.

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